Descoberta de antipartícula confirma o materialismo dialético

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Após estudarem física através da obra The Quantum Ativism (2009) de Amit Goswami, um grupo de pesquisadores da Society for Studies of Dialectical Materialism descobriu que a existência de antipartículas – a maioria das partículas possui uma antipartícula de antimatéria associada com a mesma massa e carga oposta – confirma a tese do materialismo dialético.

Um dos filósofos da Society for Studies of Analytical Philosophy and Scientific Philosophy, Carlos Popper, criticou a descoberta. “Na verdade, a existência de antipartículas não confirma a asserção de que ‘a realidade é contraditória’. Em primeiro lugar, porque não são partículas que existem ou não existem, ou que anulam e não se anulam ao mesmo tempo. Em segundo, porque a tese dialética é obscura em sua própria definição, fazendo com que seus defensores confundam a lógica e a semântica com a ontologia dos objetos concretos. Em terceiro, porque os seus defensores não deram qualquer demonstração de como a dialética funciona como um método, ignorando desde a sua criação à física e matemática de sua época”.

Apesar das críticas, um dos pesquisadores dialéticos, Engels Regel, tampou os ouvidos e comentou: “Estamos felizes com a descoberta, porque a antipartícula confirma a consigna de que a ‘realidade é contraditória’. Estamos abertos às críticas, menos de quem discordar, porque são positivistas. Em resumo, asseguro-lhe que a contradição e, posteriormente, a verdade existe e não existe na realidade e na lógica.”

Após o seu discurso, Regel não nos disse se a sua descoberta possui uma contra descoberta, o que anularia a existência de verdades objetivas e a possibilidade de discurso racional.

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