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Cientista comprova que as pessoas absorvem energia uma das outras!

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Sites de ufologia e espiritualidade, deuses do passado, física quântica new age ensinadas por espíritos guerreiros de 20 mil anos atrás encarnados em mulheres milionárias e o departamento de homeopatia da USP com apoio da FAPESP compartilharam recentemente que a equipe do Professor Olaf Kruse publicou na Nature que um eucarionte unicelular fototrófico Chlamydomonas reinhardtii, uma “alga unicelular que faz fotossíntese”, foi descoberto como sendo capaz de utilizar sua própria celulose para crescimento quando outras formas de carbono estiverem ausentes.

Quando crescidas em um ambiente com iluminação e limitação de CO2, elas secretam endoglucanase, que digere a celulose de terceiros, e então o assimila para poder crescer. Ou seja, ela não é apenas uma alga autrófica. Ela é uma alga heterofototrófica!

Ou seja, ela não apenas se alimenta de luz e carbono, como é capaz de se alimentar de outras algas, ela ainda precisa de luz, mas sua fonte de carbono passam a ser outras algas!

Essas algas “quando expostas à falta de energia, essas plantas de células únicas podem absorver energia de vegetais ao redor.”

E continuam: A alga ‘digere’ (entre aspas) as ENZIMAS de celulose, tornando-as pequenos componentes de açúcar, sendo então transportados para células e transformados em fontes de energia. – Isso mesmo, digere entre aspas e “enzimas de celulose”… São as enzimas que digerem a celulose que ela então utiliza como fonte de carbono pra criação de açúcar.

Um tal de “Bader Lee” diz que:

“O organismo humano é bastante similar à uma planta, que suga, absorve a energia necessária para alimentar seu estado emocional. E isso prova que seres humanos sugam a energia cósmica vital de outros seres humanos quando estão com suas energias sintonizadas em uma frequencia inferior, e graças ao largamente comprovado cientificamente mecanismo da osmose da água, faz com que energias vitais cósmicas shakra do shangrilá sejam transferidas de pessoas com energias boas para pessoas com energias más, comprovando assim a existência de pessoas que sugam a sua energia.”

Claro que Bader Lee não tem absolutamente nada a ver com o estudo super sério proposto por Olaf Kruse, e ninguém sequer sabe de onde veio esse Bader Lee ou o que seria esse “organismo humano similar ao da planta”.

Nossos repórteres encontraram senhor Bader Lee, formado na SHIT (Springfield Heights Institute of Technology), e perguntaram qual seria o mecanismo humano similar, quais seriam as enzimas que o ser humano secreta para digerir pessoas ao seu redor e como o emocional das pessoas seriam transformadas em carbono para completar a analogia que ele fala que existe entre os mecanismos. Infelizmente o Sr. Lee parou de falar inglês e começou a gritar coisas como choda e madarchod, desde então ele não respondeu a nenhum de nossos um emails e outros um telefonemas.

Estudante refuta teoria da evolução em vídeo de 5 minutos publicado no YouTube

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O estudante de 33 anos, Gleido Mastodison, atualmente cursando o supletivo do ensino médio, afirmou em seu canal do YouTube que a evolução é uma farsa. Seu canal “Ciência Inteligentista” alcançou a marca dos 357 inscritos e vem crescendo segundo o autor. “As pessoas querem saber a verdade”, afirma. Ao ser contatado pela nossa equipe perguntamos como ele conseguiu refutar uma teoria científica que está em vigor a mais de 150 anos. Gleido nos disse que o método científico é restrito e insatisfatório, “eles não aceitam opiniões divergentes”. Quando questionado sobre como o método científico funciona agora e como ele deveria funcionar na visão do estudante, Gleido preferiu se esquivar da pergunta: “não vem ao caso”.

Contudo, insistimos para que ele nos explicasse por que a teoria evolutiva era inválida. “Basta olhar a natureza”, disse ele. “A teoria é muito diferente do mundo real. Ao olharmos para os animais vemos o quão complexos e belos eles são, não seria possível terem vindo a partir de uma ameba com defeito. Isso é um absurdo!”. Questionado sobre se teria evidências para comprovar o que ele diz, Gleido nos respondeu: “Mas é claro. As evidências estão diante de vocês.  Pare de acreditar em tudo que os cientistas falam, e olhem para o beija-flor. Seu vôo é belo e complexo. Como isso surgiu de uma ameba? Impossível! Isso é obra de uma mente inteligente”.

O vídeo se resume a fotos de aves como o beija-flor, a arara, o pica-pau e o pavão. Belas flores e animais como coelhos e golfinhos. Gleido exalta a beleza da natureza como evidência de um projeto inteligente e bondoso. Quando questionado sobre outros animais como vermes, mosquitos transmissores de doenças, parasitas e diversas doenças genéticas, Gleido preferiu encerrar a entrevista e nos acusar de sermos coniventes com a ciência. “Vocês compartilham as falsas crenças da ciência e defendem seus contos de fadas, se querem ouvir a outra parte assistam meu vídeo que está bem explicativo”, encerrou ele.

Pessoas que digitam “amém” nos comentários são cotadas para o prêmio Nobel de Medicina

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Thomas Kuhn, que foi um proeminente historiador da ciência, assegurou-nos que toda a ciência passa por um processo de “mudanças de paradigmas” dentro de uma comunidade de pesquisadores. Tal mudança ocorre quando uma descoberta científica acaba refutando, mesmo que parcialmente, o sistema anterior de conhecimento, como aconteceu com a substituição da mecânica aristotélica pela mecânica newtoniana, que ocasionou uma ruptura no paradigma vigente.

Agora, um grupo, formado em sua maioria por internautas cristãos, conseguiu romper o paradigma vigente da medicina no tratamento de vários tipos de doenças, sem recorrer às substâncias químicas e terapias sofisticadas, a partir de uma técnica chamada “Digite Amém nos Comentários”.

Essa técnica consiste em escrever “Amém” nos comentários de uma publicação em redes sociais, desde que conste a foto do enfermo, e esperar a cura acontecer, sem precisar fazer qualquer tipo de esforço físico ou psicológico.

Em um estudo controlado, realizado pelo Institute God Creating The World, os cientistas conseguiram mensurar o efeito do método a partir dos comentários mais curtidos de uma publicação.

A The Nobel Foundation Rights Association, associação que premia os ganhadores do prêmio Nobel, indicou seiscentos e sessenta e seis cristãos para receber o prêmio Nobel pela revolução na medicina.

Experimento comprova que “partícula de Deus” é ateia

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Lucas Taylor / CERN - http://cdsweb.cern.ch/record/628469

Após a polêmica sobre a descoberta da partícula de Deus (bóson de Higgs), cientistas do Vaticano em parceria com o CERN (European Organization for Nuclear Research) fizeram um experimento final para determinar se o bóson é ou não uma partícula de Deus e descobriram algo incrível: o bóson de Higgs é ateu!

No experimento conduzido pela equipe do Dr. Sinclotron foi introduzida uma bíblia no detector principal, bem na região onde seria produzida a partícula divina. Para surpresa geral a trajetória do bóson foi desviada para longe da bíblia logo após sua criação, indicando assim que o bóson repele a religião (veja a foto!).

Intrigados agora os cientistas refarão o experimento alagando o detector com água benta para exorcizarem possíveis demônios criados junto com o bóson durante a colisão de partículas. Outra corrente de cientistas mais céticos temem que isso crie uma anti-partícula divina e faça surgir um “bóson do Capeta”. Tomara que não!

Pós-modernos desconstroem a própria desconstrução e descobrem: “Existe um mundo além dos textões”

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Os pós-modernos usam como base o desconstrucionismo de Jacques Derrida (1930 – 2004), mesmo sem ler a sua tese, e, ainda assim, aceitando a asserção de que “não há nada fora do texto”, e, portanto, que todo texto, mais do que coisas ou fatos, são expressões sociais que precisam ser interpretadas, e, consequentemente, desconstruídas. Em outro contexto, quando aliado ao construtivismo social de Michel Foucault (1926 – 1984), nos asseguram que “não existem fatos, ou verdades objetivas”. Para eles, o todo (a realidade) seria uma construção social, que, quando desconstruído, de modo semelhante a um texto, poderia nos mostrar alguma forma intencional de opressão e poder. De modo análogo, um matemático, ao fazer uma demonstração de álgebra em seu sistema formal (linguagem formal), poderia estar expressando um “discurso de poder”, bem como músicos, pintores e poetas.

A partir dessa mescla de teses filosóficas, os pós-modernos foram capazes de desconstruir todos os textões de Facebook, incluindo os deles próprios, e, foram capazes de concluir que “a desconstrução não nos fornece nenhuma explicação para a existência de objetos concretos e fatos sociais, tais como a emergência de empresas, culturas ou instituições de ensino público e privado, ou mesmo para explicar a existência de problemas sociais, tais como a desigualdade social e o racismo”. Segundo eles, “os realistas parecem estar certos, ao menos em alguma medida, existe um mundo além dos textões”.

O próximo passo será o de admitir que a realidade existe independente da mente.

Descoberta de antipartícula confirma o materialismo dialético

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Após estudarem física através da obra The Quantum Ativism (2009) de Amit Goswami, um grupo de pesquisadores da Society for Studies of Dialectical Materialism descobriu que a existência de antipartículas – a maioria das partículas possui uma antipartícula de antimatéria associada com a mesma massa e carga oposta – confirma a tese do materialismo dialético.

Um dos filósofos da Society for Studies of Analytical Philosophy and Scientific Philosophy, Carlos Popper, criticou a descoberta. “Na verdade, a existência de antipartículas não confirma a asserção de que ‘a realidade é contraditória’. Em primeiro lugar, porque não são partículas que existem ou não existem, ou que anulam e não se anulam ao mesmo tempo. Em segundo, porque a tese dialética é obscura em sua própria definição, fazendo com que seus defensores confundam a lógica e a semântica com a ontologia dos objetos concretos. Em terceiro, porque os seus defensores não deram qualquer demonstração de como a dialética funciona como um método, ignorando desde a sua criação à física e matemática de sua época”.

Apesar das críticas, um dos pesquisadores dialéticos, Engels Regel, tampou os ouvidos e comentou: “Estamos felizes com a descoberta, porque a antipartícula confirma a consigna de que a ‘realidade é contraditória’. Estamos abertos às críticas, menos de quem discordar, porque são positivistas. Em resumo, asseguro-lhe que a contradição e, posteriormente, a verdade existe e não existe na realidade e na lógica.”

Após o seu discurso, Regel não nos disse se a sua descoberta possui uma contra descoberta, o que anularia a existência de verdades objetivas e a possibilidade de discurso racional.

A casa caiu: conspiração darwinista é descoberta após 150 anos

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Quase 158 anos após a publicação de “A origem das espécies” pelo naturalista britânico Charles Darwin, uma dupla de cientistas oriundos da Universidade de São Paulo revela a verdade: Darwin foi o fundador e líder de uma seita satânica que conspira para ocultar as evidências científicas do criacionismo bíblico. Segundo Dr. Augusto Vasco Nopes, “…não existem evidências para a evolução darwinista, mas sim um conglomerado de dados paleontológicos, geológicos, bioquímicos e genéticos propositalmente mal interpretados por todos os grupos de pesquisa nos últimos 150 anos”. Ainda segundo Dr. Nopes, “…quando visto sob a perspectiva bíblica, tudo fica mais claro. Fósseis foram forjados, é um teste de fé para os cristãos, me mostre um fóssil verdadeiro de peixe-macaco-humano, é impossível, não existe elo de transição”.

Dr. Narcos Elderlin afirma que as evidências da existência de um seita darwinista são esmagadoras, “publiquei centenas de trabalhos científicos em química, medicina e biologia, sempre que falo sobre o criacionismo bíblico em meus artigos, o sistema de revisão por pares rejeita a submissão, estão tentando suprimir a verdade!”. Dr. Elderlin fundou recentemente, com auxílio de Dr. Nopes e outros colaboradores, uma revista científica para a publicação de evidências do criacionismo bíblico, seu objetivo é desconstruir de vez a mentira darwinista, “Até o momento, nenhum trabalho foi aceito pelos revisores independentes, mas estamos confiantes!”, afirma Elderlin.